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Mostrando postagens de Abril, 2012

Jerusalém: o desafio de ser gay na cidade "sagrada"

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Apesar de reunir uma pluralidade de crenças e estilos de vida, a intolerância contra homossexuais ainda é grande






Uma terra de contrastes. Ao mesmo tempo em que Jerusalém é considerada sagrada por três religiões monoteístas – o cristianismo, o judaísmo e o islamismo – e reúne símbolos e pessoas tão diferentes entre si, é também terreno sinuoso para a manifestação de direitos civis. A cidade abriga uma comunidade homossexual vibrante, mas que frequentemente é alvo das camadas mais conservadoras.

Em Jerusalém, há apenas um bar gay e a realização da Parada do Orgulho Gay foi um direito conquistado após muito esforço. Ela reuniu quatro mil pessoas em 2011, que exigiram a aprovação de uma legislação que proteja os homossexuais em Israel. Indignados com o desfile, grupos de judeus ortodoxos protestaram em diversos pontos da cidade, controlados por cerca de mil policiais espalhados por Jerusalém -- alguns chegaram a agredir os participantes do evento. Em junho daquele ano, a marcha em Tel Aviv …

Arcebispo primaz da Igreja Anglicana no Brasil manda mensagem de apoio aos gays

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Sabendo do imbróglio pessoal entre o presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais, Toni Reis, com o pastor Silas Malafaia, que envolve pedidos de direito de resposta, processos de difamação e um debate marcado para o dia 15 de maio em Brasília, Dom Ricardo Lorite de Lima, maior autoridade da Igreja Anglicana no Brasil, se manifestou e disse apoiar os direitos homossexuais.

Para Dom Ricardo, os evangélicos, vítimas do preconceito religioso desde o racha da igreja romana, vítimas de perseguições durante séculos, e ainda por cima cristão, não deveriam compactuar com o preconceito. “Infelizmente os evangélicos deste país esqueceram que já foram vítimas da intolerância neste país! Os evangélicos deveriam estar ao lado daqueles que ainda hoje são vítimas da intolerância e não estarem aliados aqueles que no passado foram seus algozes!”, afirmou o religioso que ainda disse que o brasileiro tem memória fraca.


Veja abaixo a mensagem:

Querido Toni,
receba o…

Estudo mostra que professores têm preconceito contra alunos gays

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Quem deveria ensinar o respeito à diversidade também demonstra preconceito contra os homossexuais ou, no mínimo, total desconhecimento do tema. É o que indica um estudo do Ministério da Educação onde foram entrevistados professores, diretores, funcionários e alunos de 44 escolas estaduais e municipais de 11 capitais do País.

Os depoimentos, colhidos entre 2009 e 2010, falam de Educação sexual,homossexualidade e preconceito. Na maioria das escolas, casos de bullying contra gays são encarados como brincadeiras naturais.

Um educador de São Paulo diz, por exemplo, que sente “pena” dos gays e afirma não saber se a homossexualidade “é uma doença” ou se o jovem “fica assim” por ser criado no meio de mulheres. Outro, também da capital, diz que a homossexualidade pode ser detectada pela anatomia, já que as lésbicas não teriam “cintura afinada.”


Fonte: Cena G

Em homenagem a 7 de abril, Dia do Jornalista Brasileiro: redação-ômega

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Arco temático-narrativo ou “redação-ômega” Encadeando ideias e conceitos em um texto jornalístico
por João Marinho jornalista
Então, você resolveu ser jornalista. É claro que o primeiro requisito para quem quer seguir essa carreira é ser bom de texto: escrever bem, ler bem, falar bem.
É verdade que nem todos têm a aptidão necessária para trabalhar no rádio ou na tevê. Eu, por exemplo, não falo muito bem em equipamentos eletrônicos (minha voz fica horrível!) e costumo ter uma persistente alergia a câmeras – mas, em ler bem e falar bem, não me refiro ao fato de você ter um dicção excelente ou sair bonito na tevê: trata-se de saber interpretar o que lê, de estar sempre se atualizando e de saber como ser claro e conciso ao se comunicar com outras pessoas.
Introdução: técnicas de jornalismo Escrever bem, por sua vez, é o início e o resultado dessa operação. Afinal, quando você treina sua escrita – até para os textos que serão lidos na televisão ou no rádio –, você melhora sua leitura, interpre…

A polêmica dos símbolos religiosos

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Faz sentido retirar cruzes e outros objetos dos tribunais e repartições públicas?

* por Renato Hoffmann
O Estado brasileiro é laico, mas as repartições públicas não! Essa é a real sensação de qualquer cidadão ao entrar em estabelecimentos do Executivo, Legislativo e Judiciário nesse país. Na minha infância, quando estudei em escolas da rede municipal, lá estava ele: O Crucificado, em cima do quadro negro, bem ao centro da classe. No colégio, ele já não estava em sala de aula, mas na secretaria e na diretoria, e quando me mudei para um colégio católico, não senti a diferença visual do público para o privado, pois era tudo igual; crucifixos, crucifixos e mais crucifixos!

Em princípio, e para grande maioria, isso pode não transparecer uma dificuldade, ou algo que, de fato, deva ser levado a sério. Contudo, a questão existe, e não é mínima, em sentido de insignificância, que não deva ser debatida ou venha ser colocada de lado, em segundo plano. Até, pelo fato, de que, ao se garantir um Esta…
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